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Todos se apaixonam por Portugal

Todos se apaixonam por Portugal

Que os brasileiros são apaixonados por Portugal, todo mundo já sabe! Recentemente, o arquiteto Isay Weinfeld e o médico Drauzio Varella adquiriram imóvel por lá. Quem também rendeu-se aos encantos de Portugal foi o designer de sapato mais famoso do mundo, Christian Louboutin, que acaba de comprar uma casa em Lisboa e outra em Melides, na Costa Alentejana.

Preços das casas estão a subir em Portugal mas ainda são dos mais baixos da Europa

Preços das casas estão a subir em Portugal mas ainda são dos mais baixos da Europa

Portugal é um dos países europeus onde é mais barato comprar casa. O preço médio da habitação no país ronda os 1.963 euros por m2, tendo subido cinco pontos no ranking desde 2013, ano que este valor se situava nos 1.741 euros por m2. Em causa estão dados que constam num estudo da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), que se baseia em dados do portal imobiliário Property Guide.

A liderar o ranking dos locais onde é mais caro comprar casa encontra-se o Mônaco, com um preço médio de 44.522 euros por m2. Seguem-se Reino Unido (25.572 euros por m2) e França (13.639 euros por m2), por esta ordem. Portugal encontra-se no 30º lugar da lista, num total de 38 países. De referir que estes números baseiam-se no preço por m2 de imóveis com cerca de 120 m2.

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Segundo Luís Lima, presidente da APEMIP, o aumento do preço do m2 em Portugal para 1.963 euros “reflete o potencial e a credibilidade do mercado imobiliário” nacional. “Em termos comparativos com os restantes países, é natural que o preço médio seja inferior, uma vez que se adequa ao nível de vida e poder de compra dos cidadãos portugueses. No entanto, sabemos que a estabilidade do nosso imobiliário e o seu potencial de valorização, aliado ao preço por m2, continua a ser muito atrativo para captar para o investimento estrangeiro”, referiu em comunicado.

O responsável adiantou que do top cinco dos países que mais investimento estrangeiro conseguem captar (Reino Unido, França, Espanha, Itália e Portugal) “o único que valorizou, além de Portugal, foi o Reino Unido, situação que se deverá inverter devido ao Brexit, que afugentará o investimento estrangeiro para outros países europeus, entre os quais Portugal”. “Não só temos preços inferiores aos dos outros países, como registramos ainda um potencial de valorização”, concluiu.

Fonte: https://www.idealista.pt/

Rio-Lisboa

Rio-Lisboa

O carioca-da-semana-passada, um dos períodos mais tristes da vida do Rio

O bom de descer as ladeiras de Lisboa é que durante alguns dias você está longe da selvageria carioca, pode sentir a nostalgia de sair flanando como fazia antes nas ruas da sua cidade. Zero de medo. Assim como quem não quer nada, um sorvete da Santini numa das mãos, você vai Rua do Carmo abaixo, passa pela luvaria Ulisses e, quando dá com os cornos no Rossio, o largo monumental pode fazer a surpresa de oferecer uma festa de máscaras ibéricas, comidas e danças por todos os lados, mas nunca a cena de um médico ensanguentado no chão do Café Nicola, esfaqueado por algum garoto que em seguida lhe roubou a bicicleta e foi embora.

Isto aqui é Lisboa, ó pá. Zero de deslumbramento. As escolas de Portugal acabaram de ser avaliadas em trigésimo lugar num ranking de 38 sistemas educacionais europeus, há muita coisa a ser feita, mas o bom disto aqui é que se vive em paz com os pequenos valores da existência. Zero de sobressaltos. A delícia antiga de se ir ali à esquina e, na ordem natural da felicidade das coisas, voltar sem que a polícia lhe tenha metido uma bala perdida nas costas.

Agora, por exemplo, você está na ladeira do Príncipe Real e basta pôr os pés na faixa de pedestres para que os carros parem até você chegar do outro lado. Aí é só começar a descer a rua por uma calçada de pedras portuguesas, todas postas em seus lugares, nenhuma solta e chamando os pés para um tropeção que pode para sempre lhe estuporar os artelhos e desgraçar a sobrevivência.

Não está acontecendo nada de muito notável, Lisboa está linda, mas não se faz aqui o registro de qualquer grande marco a se exaltar na revolução civilizatória moderna. É apenas uma cidade que tem se descoberto feliz consigo mesma.

Lisboa está coberta dos caminhos simples, verdadeiros yellow-brick-roads para se levar a vida com leveza, essa carência carioca, e num deles você desce o Bairro Alto, atravessa o Largo Luís de Camões, pega a Rua Alecrim e, ao final, apesar de todas as modernidades da Rua Nova do Carvalho, é possível encontrar ainda de pé as tascas da tradição gastronômica. Tudo convive sem conflito. Ao contrário do Rio, onde toda semana fecham uma mesa na memória do paladar e tiram da boca do cidadão um gosto familiar, em Lisboa é possível sentar num tamborete do quase botequim Sol e Pesca para comer as conservas que há séculos apetecem ao apetite local. Ninguém mais sabe ao certo o que é antigo e o que é moderno. As sardinhas continuam nas latas, o azeite continua de oliva, mas o estilo de tudo isso agora vem embrulhado em papéis do mais fino design.

Isto aqui é Lisboa, ó pá, e isto não é o anúncio de que o mundo está sendo reinventado a partir de suas oito colinas. Os políticos corruptos também estão, como os ratos de sua corja internacional, nas capas do “Expresso” e do “Público”. Mas na vida real do dia a dia a cidade encontrou um jeito delicado de lustrar os seus casarões magníficos, parecidos com os que todo mês desabam na Lapa carioca e, ao mesmo tempo em que se orgulha deles, reinventa suas funções. Não há mais loja de roupa, mas de “conceito”, e portuguesa de bigode era a vovozinha. Agora as garotas são todas “gira”, o termo local para traduzir o “cool”.

A sensação em alguns momentos é que você vai sair da Rua Augusta, tomar uma ginja no canto da Praça da Figueira e quando dobrar em direção ao Largo dos Intendentes vai dar na verdade nos Arcos da Lapa. Mas é só impressão. As ruas são limpas, os garçons servem às mesas com presteza, os telhados são os mais bonitos do mundo e as praças estão sempre tomadas por senhoras que descansam ou jovens, no Quiosque do Refresco, animados por doses de capilé. Tagarelam, paqueram, o de sempre. Ninguém aporrinha o próximo.

O Cais do Sodré, por exemplo, está basicamente o mesmo de sete anos atrás. Mas se você prestar bem a atenção, andar para a direita e entrar no Mercado da Ribeira, lá sobrevive o comércio tradicional das barracas dos tripeiros, convivendo com os stands da nova culinária portuguesa, tudo redesenhado sob o patrocínio da revista “Time Out” — e é impossível ao carioca não pensar que um dia, sem precisar ir tão longe, poderia estar assim, curtindo a vida em paz, comprando suas flores, gastando pouco, beliscando o que quisesse, na Cadeg de Benfica. Depois, sem entrar em pânico, passaria pela Barreira do Vasco e chegaria em casa para contar aos que ficaram como foi bom.

Ao carioca-da-semana-passada, um dos períodos mais tristes da vida da cidade, foi preciso ir até Lisboa para recolher histórias de não acontecimentos, comer um bacalhau ao sossego e ter a sensação inenarrável de que não corre o risco de ser assassinado na próxima esquina — e em Lisboa esses sonhos, essas pataniscas simples, parecem cada vez mais fáceis de se realizarem. A cidade se pacificou com suas tradições, entendeu feliz que um bom jeito de avançar é o da refazenda das suas guarirobas. Ao invés de gourmet, os pastéis de Belém procuram resgatar a receita original. E se em algum momento a cidade tentou esquecer Amália Rodrigues, por causa de suas relações com Salazar, Lisboa agora, em mais um arroubo de orgulho pelas suas referências, está cercada de motoristas de táxi com os carros sintonizados na recente Rádio Amália, um chorrilho de 24 horas de fados da grande cantora.

Na chegada ao Galeão, o carioca-da-semana-passada foi cercado pela notória turbamulta de taxistas. Sonhou que uma Rádio Elizete Cardoso iniciava o processo de pacificação geral e convocava a cidade a guardar suas facas.

Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/rio-lisboa-16250315?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

As belezas de Portugal

Além de razões inquestionáveis como segurança, educação, saúde e cultura, Portugal oferece enormes e atraentes condições para você realizar investimentos e usufruir dos benefícios e de toda qualidade de vida de um Cidadão Europeu.

Você poderá ter a possibilidade de viver em um dos países mais bonitos e pacíficos do mundo.

Além de suas cidades serem vibrantes e possuir uma enorme quantidade de paisagens, conta com praias intactas, de areias brancas e com águas cristalinas.

Indiscutivelmente possui o melhor clima do Continente Europeu.

Cortiça: Quercus já recolheu 234 toneladas de rolhas

O projeto Green Cork, da Quercus, já recolheu, com grande contributo das escolas, 234 toneladas de rolhas de cortiça usadas – material que volta depois a ser usado na construção civil.

“Neste momento, estamos já com cerca de 234 toneladas de rolhas de cortiça recolhidas”, desde o início do projeto, em 2008, o que representa 7% a 8% do total de rolhas consumidas, por ano, em Portugal, explicou Paulo Magalhães em declarações à agência Lusa.

O objetivo é recolher as rolhas usadas, através dos pontos de recolha batizados de ‘Rolhinhas’, e encaminhá-las para a reciclagem a fim de serem reutilizadas, por exemplo na construção civil.

O Green Cork também financia a plantação de árvores autóctones, através do projeto Floresta Comum, que já distribuiu 200 mil plantas, como sobreiro, carvalho ou azevinho, a entidades públicas em todo o país.

Em vigor desde 2008, o Green Cork foi desenvolvido pela Quercus em parceira com a empresa Amorim, Continente e Dolce Vita, tendo apoio de escolas, escuteiros, municípios, adegas e produtores de vinho.

Notícia do Boas Notícias – Um mundo em crescimento – www.boasnoticias.pt

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